Como escolher um curso de inglês?

 

Em meio a tanta oferta e tão pouco conhecimento sobre os processos de aquisição de uma língua estrangeira, escolher um curso de inglês não é uma tarefa simples. Iremos reunir aqui os aspectos mais cruciais para você decidir qual será seu curso de idiomas. Os pontos estão organizados em forma de perguntas, assim você pode optar por ler o texto inteiro (que apresenta uma relativa continuidade) ou ir diretamente a sua dúvida pontual.

 

Cursos de inglês que prometem resultados rápidos funcionam?

 

Depende de alguns fatores. Se você já é um falante intermediário (ainda que não saiba disso) ou alguém com um potencial linguístico muito acima da média, talvez funcione. Agora, para um falante "normal" partindo do zero, fuja dos cursos de inglês que prometem a língua em menos de 18 meses. O tempo de acomodação para línguas não latinas varia de 2,5 a 5 anos. Se fosse tão fácil (e tão rápido) aprender inglês, não teríamos apenas 8% da população que fala uma língua estrangeira. Assim, saiba que o inglês será um investimento de médio prazo e não se iluda com promessas que linguisticamente não podem ser cumpridas.

 

Os cursos de inglês que as universidades oferecem são bons?

 

Normalmente, os cursos de inglês oferecidos pelas universidades são muito melhores do que os das franquias mais conhecidas. A razão disso é que compensam a falta de estrutura valorizando muito os professores. Os núcleos de língua das universidades misturam professores muito experientes com outros que estão saindo do curso de letras cheios de teorias e loucos para trabalhar. Essa combinação cria poderosos “laboratórios" de ensino de língua estrangeira, nos quais teorias bastante modernas são aplicadas. Isso é totalmente o oposto que acontece nas franquias de muitos cursos de inglês comerciais, as quais teimam em insistir em teorias de aquisição de linguagem completamente ultrapassadas e pouco eficientes. O NELE, Núcleo de Ensino de Língua Estrangeira da UFRGS, é um grande exemplo de tudo o que um bom curso de línguas deveria ser: é barato, valoriza demais seus professores (por isso conta com os melhores), está sempre atualizando sua metodologia. Uma pena que para cursá-lo seja preciso passar por um sorteio bastante concorrido e o curso conte apenas com a estrutura da universidade, que, às vezes, deixa muito a desejar.

 

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Por que a qualidade de um curso de inglês começa pelos professores?

 

Tudo parece impecável: estrutura de encher os olhos, milhares de recursos tecnológicos, propagandas na televisão, brindes na hora da matrícula, promessa de método inovador… Todos esses fatores ofuscam um “pequeno detalhe” que todos deveriam se certificar antes de se matricular num curso de inglês: os professores. Eles são o que melhor representam a força de uma escola de línguas. Dados comprovam que o maior fator de desistência de alunos em cursos de inglês advém de descontentamento com o professor. O teacher é o responsável por manter os alunos motivados a estudar inglês. O problema é que o mercado de cursos de idiomas não valoriza muito seus profissionais. Assim, os que possuem mais qualificação acabam indo para as universidades ou, até mesmo, para escolas convencionais, fazendo com que haja muita rotatividade dentro dos cursos de inglês mais conhecidos. Buscar conhecer os professores é uma ótima forma de iniciar o processo de escolha do curso de idiomas. Muitas escolas oferecem aulas experimentais grátis. Não deixe de realizá-las!

 

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Ter aula com um professor nativo é melhor do que com um professor brasileiro?

 

Depende muito de alguns fatores. O professor nativo tem formação e/ou experiência na área? Imagine esta situação: você vai para os Estados Unidos e tem que dar aula de português. Não seria algo simples. Provavelmente, você se apoiaria em alguma gramática e daria aulas parecidas com as que tinha na escola (que todos sabemos que, em geral, não são as melhores para se aprender inglês). Outra desvantagem do professor nativo sem formação na área é que ele não passou (nem estudou) o processo de aquisição do inglês como um falante do português. Em resumo, não importa se é nativo ou não, há professores bons e ruins nos dois lados e, por essa razão, esse não pode ser considerado um fator relevante na escolha do curso. Pese a formação do grupo de profissionais, pois este sim é um fator determinante.

 

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Material didático próprio ou de grandes grupos editoriais britânicos ou americanos?

 

Não é uma regra, mas, em geral, fuja de cursos de inglês que têm materiais didáticos próprios. A razão é simples: grupos editoriais de grandes universidades estrangeiras investem milhões em pesquisas e em profissionais com extrema qualificação para produzirem materiais de qualidade há muitos e muitos anos. Há livros de inglês no mercado que merecem palmas pela excelência do trabalho realizado (o qual é feito por muitas mãos e cabeças que possuem formação específica para isso). A única razão que se teria para oferecer um material didático próprio para o aluno, normalmente, não ocorre: ter um custo menor. De forma completamente oposta, em geral, os cursos de língua produzem materiais e cobram muito mais por eles.

 

Que fatores devo observar antes de assinar o contrato do curso de inglês? 

 

Partindo da premissa de que os cursos de inglês nem sempre possuem professores qualificados, a probabilidade de você desistir do curso é maior do que a de você terminá-lo. Na verdade, isso não é apenas uma premissa. Os dados são alarmantes: quase 60% dos estudantes adultos não passam do primeiro ano de curso (razão que dialoga com outro dado interessante: menos de 8% da população brasileira fala uma língua estrangeira). Assim, tente negociar a cláusula de cancelamento (ou até mesmo invalidá-la) antes de assinar o contrato. Você irá se surpreender em como os cursos são apegados a essas cláusulas (por que será?).

 

O curso de inglês apresenta uma gama de atividades extras?

 

Essa é uma boa pergunta a ser feita na hora de contratar um curso de inglês. O problema é que muitos dirão que sim, mas, na prática, acabam se fixando somente no livro. Isso ocorre por duas razões. Primeira, os professores não tem formação (nem ânimo) para preparar atividades extras com músicas, filmes, jogos e etc. Segunda (e mais grave), alguns cursos de inglês, por determinações de sua metodologia, não permitem que o professor se valha de outros recursos. A falta de exposição a outros elementos tão importantes da língua atrasam muito o processo de aquisição. Sem contar que é bastante desestimulante para o aluno não sair do livro, ainda mais quando o curso utiliza arcaicos métodos de repetição de frases que seriam ótimos para treinar papagaios.

 

Ainda tem dúvidas sobre como escolher um curso de inglês? Então não deixe de compartilhá-las conosco. Será um prazer imenso ajudá-lo.

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